A inteligência artificial está a redefinir a forma como as marcas devem comunicar com os consumidores. Já não basta emocioná-los, agora também é preciso convencer o algoritmo. A “Internet do clique” está a desaparecer. Mais de 35% das pesquisas globais já são respondidas diretamente por uma IA, sem que o utilizador tenha de visitar qualquer sítio Web. Neste novo contexto, a inteligência artificial torna-se mais um interveniente no ecossistema de influência capaz de determinar quais as marcas que estão presentes, quais as narrativas que se amplificam e em quem confiam os consumidores. O relatório Machine Marketing elaborado pela LLYC apresenta um enquadramento estratégico para que as empresas transformem a IA num aliado na experiência de compra. O resultado: as empresas que o fazem alcançam mais 20% de conversão.
O relatório alerta para o facto de mais de 70% do investimento atual em visibilidade digital não ser processado pelas inteligências artificiais. Isso gera campanhas, conteúdos e ações que são invisíveis para os algoritmos que atuam como intermediários entre as marcas e os seus públicos. Portanto, o desafio já não é apenas chegar às pessoas, mas treinar as máquinas para que compreendam, citem e recomendem as marcas de forma correta e fiável.
As máquinas já ouvem, aprendem e decidem. A questão não é se devemos falar com elas, mas o que estamos a dizer e como estamos a treiná-las, conclui o relatório.
O modelo da LLYC propõe quatro linhas estratégicas para operar nesta nova era do marketing dual (humanos + algoritmos):
- AI Visibility Activation: auditoria da pegada algorítmica para descobrir como as IA veem uma marca.
- Website Visibility: elaboração de conteúdos otimizados para serem entendidos pelas máquinas.
- Answer Engine Optimization (AEO): posicionamento para se tornar a resposta que os modelos de IA oferecem.
- Content MAGIA: criatividade generativa com alma humana, que combina a escala da IA com a direção de especialistas.
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